Assim sou EU....

A menina de olhos castanhos, do cabelo comprido, do sorriso sincero, da risada esquisita, dos sonhos impossíveis, da esperança interminável, de insegurança constante, dos amigos perfeitos, do coração enorme.
Aquela que se apaixona, que se esquece dos erros, que se envergonha de tudo, que se sente sozinha, e que nunca desiste. A menina que precisa ser protegida, que chora por tudo, que morre de medo, que ama a vida, que se desespera, que aproveita cada segundo, que é romântica, que fica feliz com um abraço, que sonha demais, que pensa demais, que complica demais e que deseja apenas ser feliz!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Sintonia


Tem gente que traz magia no olhar. Parece refrão de música, mas eu já tive a sorte de encontrar esse "tipo em extinção" por aí. E que alegria ter essa sorte. 

Sou uma observadora nata. Eu gosto de admirar o outro. De ver seus trejeitos, suas risadas, seu modo de falar, de abraçar. De ser. Como me encanta quando tenho a chance de ver o outro sendo. Eu sou tanto quando ele é. Somos então. Dois em um.

Eu tenho um carinho especial por essa leva de gente que faz com que a gente se enxergue um pouco também.

Eu já me vi, diversas vezes, em rostos que cruzaram a mesma calçada que a minha. A mesma festa que a minha. A mesma felicidade que me tomava naquele determinado momento. Eu me enxerguei naquelas pessoas. Eu me identifiquei com elas. Com o silêncio, com a palavra, com a essência delas.

Cada um chama isso do modo que preferir, mas eu chamo de sintonia. De sensação boa. De sentimento bom. Encontro bom.

Quando existe uma troca entre as pessoas, a bonita reciprocidade que eu tanto falo nas coisas que escrevo e que, de certo modo, eu tento trazer para a minha vida (e levar um pouco disso para as pessoas que acompanham meus escritos), é o que faz com que a gente continue. Eu pelo menos sempre continuo. Porque o que faz bem dentro, se quer perto.

Que essas pessoas continuem caminhando ao meu lado. De mãos. De abraços. De levezas. Que a gente continue sendo tanto uns para os outros. Que continuemos nos vendo no outro, nos identificando com ele.  E com a incompreensão que muitas vezes ele nos causa, também. Somos também um pouco disso. Ou muito. Quiçá.

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