Assim sou EU....

A menina de olhos castanhos, do cabelo comprido, do sorriso sincero, da risada esquisita, dos sonhos impossíveis, da esperança interminável, de insegurança constante, dos amigos perfeitos, do coração enorme.
Aquela que se apaixona, que se esquece dos erros, que se envergonha de tudo, que se sente sozinha, e que nunca desiste. A menina que precisa ser protegida, que chora por tudo, que morre de medo, que ama a vida, que se desespera, que aproveita cada segundo, que é romântica, que fica feliz com um abraço, que sonha demais, que pensa demais, que complica demais e que deseja apenas ser feliz!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

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Aquilo que planejamos não nos surpreende. O que é planejado nunca emociona, não tem encanto. Toda aventura tem que ser imprevisível. Se você não subir ao mundo, o mundo é que acaba caindo, desabando sobre você — e te esmaga sem dó. Se você não saltar profundo, não saberá o que é viver.

Eu escrevo e fico pensando no que escrevi. Claro que aquilo que planejamos não nos surpreende, realmente. Porém, ainda preciso questionar um pouco mais a frase seguinte, sobre a falta de encanto daquilo que é planejado. Talvez possa, sim, nos encantar e emocionar. Pensarei melhor a respeito. Mas, quanto a subir ao Mundo, à gostosura de subir ao mundo — não tenho dúvidas! A propósito:

Dizem que havia uma colônia de vermezinhos sonolentos e graciosos no fundo de um lodaçal. De vez em quando, alguns subiam à superfície e nunca mais voltavam. Isso deixava perplexos aqueles que não se arriscavam a subir. "O que será que tem lá em cima? Que tipo de perigos pode haver?" — se perguntavam. Até que certo dia um deles acordou, pôs as duas mãos no próprio coração e prometeu sinceramente aos seus irmãos: "Vou subir e depois volto para contar a vocês como é o Mundo lá em cima". Preparou-se muito bem, leu Osho e Henry Miller, armou-se de inocência e de coragem, aguou suas plantinhas, despediu-se dos amores, atualizou o blog, desfez as suas malas — e subiu.

Ele tinha mesmo a real intenção de voltar ao fundo. Mas, assim que chegou à superfície, viu Luz, transformou-se numa libélula, abriu as duas asas — entusiasmou-se! — e voou livre para o azul do céu profundo... Por isso, agora já não pode mais voltar. Morreria se voltasse.

Certas promessas jamais serão cumpridas.

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