Assim sou EU....

A menina de olhos castanhos, do cabelo comprido, do sorriso sincero, da risada esquisita, dos sonhos impossíveis, da esperança interminável, de insegurança constante, dos amigos perfeitos, do coração enorme.
Aquela que se apaixona, que se esquece dos erros, que se envergonha de tudo, que se sente sozinha, e que nunca desiste. A menina que precisa ser protegida, que chora por tudo, que morre de medo, que ama a vida, que se desespera, que aproveita cada segundo, que é romântica, que fica feliz com um abraço, que sonha demais, que pensa demais, que complica demais e que deseja apenas ser feliz!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Mensagem da minha amigairmã...

Camila Daniella escreveu:

"Tenho saudades daquele tempo...
O tempo em que quase todas as tardes
Nós nos encontrávamos para sentar e conversar
Ou ir tomar um delicioso sorvete.
Sempre escolhíamos o sorvete do mesmo sabor,
Ficávamos andando
Fazendo planos para o fim de semana,
Lembrando os momentos bons e alegres
Que já passamos juntas.
Éramos consideradas
 As melhores amigas do mundo,
As pessoas admiravam nossa amizade.
Todos os dias estávamos lá sempre juntas
Dávamos muitas risadas,
Eram momentos mágicos de uma amizade...
Mas muito tempo se passou
Raramente nos encontramos
E quando isso acontece
Não é igual antes,
São apenas algumas palavras trocadas
Pois o tempo é curto
E os compromissos inadiáveis.
Aqueles momentos bons
Ficaram na lembrança.
Ainda somos amigas,
Gostaria de que aquela amizade
Voltasse a tona,
Pois só resta pra nós Saudade...
DAQUELE TEMPO!!

Um beijo irmã.. Lhe amo!"

Lhe amoooo muitooooo... Algumas coisas passaram, mais foi bom que amadurecemos também... 
Hoje tudo é mais sólido, principalmente o carinho e a amizade que temos. Como já lhe disse várias vezes... Há amigo mais chegado que um irmão... 
E vc é minha irmazona... Mora aqui no meu coração... Amooooooo!!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

 
"Vive mais feliz quem tem olhos capazes de escutar o canto amoroso da simplicidade. É nas miudezas que tudo aquilo que realmente importa se revela com maior nitidez."

John Mayer Live In Los Angeles- Daughters

Meu coração é livre, mesmo amando tanto...

"Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme.

Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa.

Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é. "

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011


Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio
 nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou 
menos ,um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser 
perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e 
com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo.
 O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, 
suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.
 
Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.
Quando não se tem nada, não há nada a perder.
 
Quando não se tem nada, não há nada a perder!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Pra refletir!


"As palavras, além do dom da multiplicidade, têm força, muita força, tanto para construir como para destruir, para salvar e para ferir. E é essa força que faz com que você receba exatamente tudo aquilo que disser. Querendo ou não tudo o que sai de sua boca tem o poder de se tornar realidade. Por isso, pense antes de falar e cuidado com o que diz...

Aposto como você mantém viva na lembrança a mágoa por um dia ter ouvido de alguém um duro discurso, assim como também deve guardar na memória as boas e doces palavras que já a fizeram se sentir mais amado e fortalecido. Adote, portanto, um vocabulário otimista. Use a fala para edificar, não para diminuir.

Palavras são como sementes: quando pronunciadas, são plantadas na mente e adquirem vida própria. Criam raízes, crescem e produzem frutos da mesma espécie. Onde quer que esteja e onde quer que vá, plante palavras de amor, ternura e, especialmente, de RESPEITO."

Este mundo é muito misturado

 
"Eu careço de que o bom seja bom e o ruim ruim,
que dum lado esteja o preto e do outro o branco,
que o feio fique bem apartado do bonito e a alegria longe da tristeza!
Quero todos os pastos demarcados... Como é que posso com este mundo?
Este mundo é muito misturado."
 
"Mas amar é querer que a alma do outro seja feliz, não importa como, onde e assim por adiante..."

É fé que move

"Deus que segura a minha mão no meio da correnteza e Dela eu não solto nunca. Nunquinha. É pra vida inteira. É pra vida toda. É uma escolha. É fé que move. Esperança que rodeia. É amor que me cerca. É luz que me guia."
A Solidão Amiga

A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão... O que mais você deseja é não estar em solidão...


Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música... Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa... Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão... A noite estava perdida.
Faço-lhe uma sugestão: leia o livro A chama de uma vela, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxoleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis“. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a Sua Solidão?“ Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.


Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.“ Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.


Como é que a sua solidão se comporta? Ou, talvez, dando um giro na pergunta: Como você se comporta com a sua solidão? O que é que você está fazendo com a sua solidão? Quando você a lamenta, você está dizendo que gostaria de se livrar dela, que ela é um sofrimento, uma doença, uma inimiga... Aprenda isso: as coisas são os nomes que lhe damos. Se chamo minha solidão de inimiga, ela será minha inimiga. Mas será possível chamá-la de amiga? Drummond acha que sim:
“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.!“


Nietzsche também tinha a solidão como sua companheira. Sozinho, doente, tinha enxaquecas terríveis que duravam três dias e o deixavam cego. Ele tirava suas alegrias de longas caminhadas pelas montanhas, da música e de uns poucos livros que ele amava. Eis aí três companheiras maravilhosas! Vejo, frequentemente, pessoas que caminham por razões da saúde. Incapazes de caminhar sozinhas, vão aos pares, aos bandos. E vão falando, falando, sem ver o mundo maravilhoso que as cerca. Falam porque não suportariam caminhar sozinhas. E, por isso mesmo, perdem a maior alegria das caminhadas, que é a alegria de estar em comunhão com a natureza. Elas não vêem as árvores, nem as flores, nem as nuvens e nem sentem o vento. Que troca infeliz! Trocam as vozes do silêncio pelo falatório vulgar. Se estivessem a sós com a natureza, em silêncio, sua solidão tornaria possível que elas ouvissem o que a natureza tem a dizer. O estar juntos não quer dizer comunhão. O estar juntos, frequentemente, é uma forma terrível de solidão, um artifício para evitar o contato conosco mesmos. Sartre chegou ao ponto de dizer que “o inferno é o outro.“ Sobre isso, quem sabe, conversaremos outro dia... Mas, voltando a Nietzsche, eis o que ele escreveu sobre a sua solidão:


“Ó solidão! Solidão, meu lar!... Tua voz – ela me fala com ternura e felicidade! Não discutimos, não queixamos e muitas vezes caminhamos juntos através de portas abertas. Pois onde quer que estás, ali as coisas são abertas e luminosas. E até mesmo as horas caminham com pés saltitantes.
Ali as palavras e os tempos
poemas de todo o ser se abrem diante de mim. Ali todo ser deseja transformar-se em palavra, e toda mudança pede para aprender de mim a falar.“

E o Vinícius? Você se lembra do seu poema O operário em construção? Vivia o operário em meio a muita gente, trabalhando, falando. E enquanto ele trabalhava e falava ele nada via, nada compreendia. Mas aconteceu que, “certo dia, à mesa, ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção ao constatar assombrado que tudo naquela casa – garrafa, prato, facão – era ele que os fazia, ele, um humilde operário, um operário em construção (...) Ah! Homens de pensamento, não sabereis nunca o quando aquele humilde operário soube naquele momento! Naquela casa vazia que ele mesmo levantara, um mundo novo nascia de que nem sequer suspeitava.
O operário emocionado olhou sua própria mão, sua rude mão de operário, e olhando bem para ela teve um segundo a impressão de que não havia no mundo coisa que fosse mais bela. Foi dentro da compreensão desse instante solitário que, tal sua construção, cresceu também o operário. (...) E o operário adquiriu uma nova dimensão: a dimensão da poesia.“

Rainer Maria Rilke, um dos poetas mais solitários e densos que conheço, disse o seguinte: “As obras de arte são de uma solidão infinita.“ É na solidão que elas são geradas. Foi na casa vazia, num momento solitário, que o operário viu o mundo pela primeira vez e se transformou em poeta.

E me lembro também de Cecília Meireles, tão lindamente descrita por Drummond:

“...Não me parecia criatura inquestionavelmente real; e por mais que aferisse os traços positivos de sua presença entre nós, marcada por gestos de cortesia e sociabilidade, restava-me a impressão de que ela não estava onde nós a víamos... Distância, exílio e viagem transpareciam no seu sorriso benevolente? Por onde erraria a verdadeira Cecília...“

Sim, lá estava ela delicadamente entre os outros, participando de um jogo de relações gregárias que a delicadeza a obrigava a jogar. Mas a verdadeira Cecília estava longe, muito longe, num lugar onde ela estava irremediavelmente sozinha.

O primeiro filósofo que li, o dinamarquês Soeren Kiekeggard, um solitário que me faz companhia até hoje, observou que o início da infelicidade humana se encontra na comparação. Experimentei isso em minha própria carne. Foi quando eu, menino caipira de uma cidadezinha do interior de Minas, me mudei para o Rio de Janeiro, que conheci a infelicidade. Comparei-me com eles: cariocas, espertos, bem falantes, ricos. Eu diferente, sotaque ridículo, gaguejando de vergonha, pobre: entre eles eu não passava de um patinho feio que os outros se compraziam em bicar. Nunca fui convidado a ir à casa de qualquer um deles. Nunca convidei nenhum deles a ir à minha casa. Eu não me atreveria. Conheci, então, a solidão. A solidão de ser diferente. E sofri muito. E nem sequer me atrevi a compartilhar com meus pais esse meu sofrimento. Seria inútil. Eles não compreenderiam. E mesmo que compreendessem, eles nada podiam fazer. Assim, tive de sofrer a minha solidão duas vezes sozinho. Mas foi nela que se formou aquele que sou hoje. As caminhadas pelo deserto me fizeram forte. Aprendi a cuidar de mim mesmo. E aprendi a buscar as coisas que, para mim, solitário, faziam sentido. Como, por exemplo, a música clássica, a beleza que torna alegre a minha solidão...

A sua infelicidade com a solidão: não se deriva ela, em parte, das comparações? Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada ) dos outros, em celebrações cheias de risos... Essa comparação é destrutiva porque nasce da inveja. Sofra a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira.

Mas essa conversa não acabou: vou falar depois sobre os companheiros que fazem minha solidão feliz.

(Correio Popular, 30/06/2002)



Agradeço a ave que me viu terra,
onde todos, inclusive eu,
enxergavam pedras.

(Carpinejar)



"Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz."

[Fernando Pessoa]


Agora é o tempo da felicidade. Cada novo dia é um milagre de graça,
uma taça de prazer que deve ser bebida até o fim, sem deixar para amanhã.
- "Tempus Fugit"! -
Portanto, carpe diem - colha o que se icinica como quem colhe uma flor que nunca mais se repetirá.


(Rubem Alves, in O retorno e terno)
Aceite-me da maneira que sou. 
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. 
Não me mostrem o que esperam de mim, por que eu vou seguir o meu coração. 
Não me façam ser quem não sou. 
Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. 
Não sei amar pela metade. Não sei voar com os pés no chão. Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. 
Não se preocupe em entender, viver é ultrapassar qualquer entendimento. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:  
- E daí? EU ADORO VOAR!

Ana Carolina e Maria Gadu - Mais que a mim...


Ela nunca foi de encontro com seus ideais. Enfrentou fortes "tabus", quebrou incontáveis paradigmas. Pouco aceitou "não" como resposta. Recorreu aos "porquês", "pra ques", "se ques". Taxaram-na de estranha, anormal, esquisita.

É a garota dos extremos. É a garota que a vida usou e abusou, mas, que em cima de cada mágoa conseguiu ser forte para manter-se de pé. Ela é a menina da dura muralha, que consolou ao invés de ser consolada. Que prestou o ombro amigo, quando na verdade era ela que precisava chorar. Ouviu ao invés de falar. Sorriu em meio a dor. Segurou as lágrimas para madrugada. Tirou forças que nem sabia que existia e amou quem não devia.

Essa garota conhece os seus medos e segredos mais profundos, nunca ousou falar deles. Vez por outra, ela abre o baú, bem trancado, tira de lá suas mágoas e, em cima de cada uma derrama suas mais sinceras lágrimas. Mais daqui a pouco tudo passa... E ela volta a normalidade novamente...
A Leiga


E como um leiga, a pobre garota acreditou que conhecia o mundo, achou que era forte o bastante, afirmou que era madura demais para sua pouca idade. 
Porém, a ingênua garota não sabia o que já lhe era predestinado.

Não sabia que apesar de sua dolorosa estrada, o destino ainda iria proporcionar mais algumas fraturas, feridas, quedas e tapas. Em pouco tempo, ela viu sua vida mudar. Percebeu que o mundo era desconhecido e sombrio, descobriu que era muito frágil e que razão alguma poderia cicatrizar as feridas a céu aberto. Notou que nenhum anti-inflamatório, nenhum analgésico conseguiria cessar a dor que sentia, pois, estava doendo em lugares que ela nem sabia que existia...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

You belong to me




Como disse a Débora Bellentani, quando vier me visitar…

Traga flores,
Muitas delas…
Porém, não me traga apenas flores:
Não se esqueça de juntar a elas
A beleza do seu sorriso,
A ternura do seu olhar,
A força do seu abraço.
O calor dos seus beijos…

Quando vier me visitar,
Traga flores,
Muitas delas…
Mas não esqueça de tirar-lhes
Os espinhos que machucam,
As folhas envelhecidas,
Os galhos secos,
As dores embutidas…

Quando vier me visitar,
Traga flores,
Muitas delas…
Perfumadas, coloridas, alegres:
Todas parecidas com você!

Quando vier me visitar,
Traga você por inteiro…
As flores?
Nem sei se vai precisar!



Se tem algo que me fascina é a capacidade ir e vir de um lugar ao outro, de uma emoção a outra ou, simplesmente, essa transmutação constante do real em surreal e vice-versa… É fantástico!

Sem dúvida, considero uma das mais belas metáforas a liberdade do ser humano se coadunando com o voar dos pássaros e com o desapego da alma através do sono e sonhos refletidos no inconsciente… É uma viagem, a qual adooooro!

E nesse voar, levamos conosco esperanças de uma viagem descortinadora de novas paragens e possibilidades de aprimoramento espiritual. Melhor que a viagem, são os sonhos acalentados por uma profunda dose de otimismo de que tudo será melhor e vivido mais intensamente a partir de um novo porto de chegada, de novas perspectivas dos mesmos velhos sonhos já tantas vezes sonhados, mas nem sempre realizados… Quão doce é amanhecer na esperança de novos dias!

Que esta não fique apenas no campo das idéias, mas que façamos de cada dia um novo voo, uma nova conquista libertadora…

E como diria Jessé… 

♫ … Voa, voa minha liberdade. Entra se eu servir como morada. Deixa eu voar na sua altura, agarrado na cintura da eterna namorada. Voa feito um sonho desvairado, desses que a gente sonha acordado. Voa coração esvoaçante feito um pássaro gigante contra os ventos do pecado. Voa nas manhãs ensolaradas… Entra, faz verdade esta ilusão. Voa no estalo do meu grito… Quero ser teu infinito. Neste azul sem dimensão. Voa… ♫

Fábula Antiga 

( Antônio Feijó (1860-1917))

No principio do mundo, o Amor não era cego;
Via mesmo através da escuridão errada
Com pupilas de Lince em olhos de Morcêgo.

Mas um dia, brincando, a Demência, irritada,
Num ímpeto de fúria os seus olhos vasou;
Foi a Demência logo ás feras condenada,

Mas Jupiter, sorrindo, a pena comutou.
A Demência ficou apenas obrigada
A acompanhar o Amor, visto que ela o cegou.

Como um pobre que leva um cego pela estrada,
Unidos desde então por invisíveis laços,
Quando o Amor empreende a mais simples jornada
Vai a Demência adiante a conduzir-lhe os passos.

Onde Deus Possa me Ouvir....

♫ Onde Deus possa me ouvir ♫

Sabe o que eu queria agora, meu bem?
Sair chegar lá fora e encontrar alguém
Que não me dissesse nada
Não me perguntasse nada também
Que me oferecesse um colo ou um ombro
Onde eu desaguasse todo desengano

Mas a vida anda louca
As pessoas andam tristes
Meus amigos são amigos de ninguém.
Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
Morar no interior do meu interior
Pra entender porque se agridem
Se empurram pro abismo
Se debatem, se combatem sem saber

Meu amor…
Deixa eu chorar até cansar
Me leve pra qualquer lugar
Aonde Deus possa me ouvir

Minha dor…
Eu não consigo compreender
Eu quero algo pra beber
Me deixe aqui pode sair.

Adeus…



“Não sei para onde Deus me leva,
Mas sei que é Ele que me conduz.
Isto me basta”
''As nossas digitais não se apagam na vida das pessoas que nós tocamos.''

(Lembranças)
 
VEJA O SOL

Veja o sol que a cada manhã nasce lindo e radiante.

Veja o sol com seus raios brilhantes anunciando mais um dia.

Veja o sol que das densas trevas vais surgindo de mansinho trazendo em seus raios a beleza de mais um dia.

Veja o sol tão sublime e majestoso iluminando o lindo azul do céu transformando-o em múltiplas cores carmesim, hora avermelhados, hora alaranjados, hora amarelados que vão brilhando até se tornar em perfeitos.

Veja o sol, como é belo, como brilha, como ilumina, como enfeita o lindo azul do céu.

Veja o sol, trazendo em seus raios mais um dia de esperança para quem perdeu seu amor e deixou escondido na linha do horizonte esquecido pelo tempo, lembrado pelo momento.

Veja o sol clareando a natureza, com toda sua beleza, dos pássaros a cantar,das lindas borboletas entre as flores a bailar.

Veja o sol, embora muitos ainda dormem, não percebem sua beleza, de seus raios que anunciam mais um dia enquanto muitos dormem na triste vida vazia.

Veja o sol que lindamente resplandece seu brilho, iluminando um mundo que em densas trevas procuram a luz.

Veja o sol que ao nascer por mais um dia, iluminando seus lindos olhos, trazendo para você um lindo sorriso em teus lábios, por que te anuncia que a vida é bela e que vale a pena viver,mesmo tendo dificuldades na vida, mas vida é conquistada com esforço,coragem e saber.

Veja o sol que traz beleza para teu dia a dia, embora muitos sofrem, sem ter o que comer e sem ter que alimentar, a vida segue seu curso, mesmo não querendo que aconteça..um dia declara outro dia e para cada dia basta o seu mal.

Veja o sol que ilumina corações tristes,cansado de tanta dor e jaz a porta a miséria de um sofrimento, que em seu lamento busca um novo amanhecer e com seus raios lindos e maravilhosos penetram no mais profundo de seu ser.

Veja o sol que de tão belo, traz felicidade para aqueles que percebem seu brilho, é como um espelho em enigma, deixa sua luz a brilhar em cada coração, mostrando o que fazemos, o que somos, e que devemos ser.

Veja o sol que clareia a tua linda face, para mostrar-te o amor que a vida nos ensina, que a vida nos proporciona, que vida quer que sejamos, um dia mostra outro dia, e o propósito da vida que precisamos ser.

Veja o sol que em seu raios maravilhosos nos falam do amor, de um pai carinhoso, de uma linda criança no braços da mãe, de um filho que tristemente se perde no vício das drogas, cuja vida se vais sem amor, em triste solidão, sem ninguém para amar.

Veja o sol, sua beleza contagia quem esta com frio, trazendo calor, trazendo amor, para quem quer amar e necessita de amor.

Veja o sol, seu brilho, sua luz, que tendo luz própria ilumina a lua para também clarear nas lindas noites de luar., assim como eu você, temos nossas luzes próprias para iluminar outros que precisam de luz, que vivem em plena escuridão, sem saber do amor, de uma vida de paz, para um novo viver.

Veja o sol, que em seu brilho de luz, faz com gente, como a gente que tem sede do amor, saiba dar carinho e muito amor, para o jovem

que busca a felicidade, para o casal que ama e é feliz no amor e para a criança de colo que recebe proteção de quem ama e se sente ser amada.

Veja o sol de mais um dia que se inicia, do dia a dia que se vais trazendo em seus raios mais calor, mais amor, e a tarde chega e o dia começa chegar ao fim.

Veja o sol que a tardinha o dia se declina, para uma poesia de um lindo entardecer, seus raios que tristemente vão se desfazendo no lindo entardecer.

Veja o sol que ao nascer pela manhã tantas coisas belas nos mostrou, tantas coisas importantes anunciou, agora a tarde chega e o sol timidamente anuncia uma linda tarde no infinito horizonte. Ele vai deitando entre nuvens que se tornam coloridas, a medida que entre elas se despede de mais um dia.

Na linha do horizonte o sol nasce e a tarde deixa lembranças de mais um dia, o amor ganhou um novo dia, e deixou marcas que ficaram, das lindas lembranças deste dia, que o sol alegremente nasceu trazendo em seus raios novas alegrias,novas esperanças, novas razões para vencer. Deus em amor designou a lua para marcar as estações, e o sol sabe a hora de seu acaso e fazes as trevas, e vem a noite, na qual saem todos os animais da selva.

Um dia declara outro dia, e o sol não te molestará de dia nem a noite de luar, por que doce é a luz e agradável é ver o sol e assim é a mulher linda, formosa como a lua, pura como o sol.

Pois o sol se levanta com seu calor e faz secar a erva, a sua flor cai e a beleza do seu aspecto perece, mas a vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito e o justo resplandecerão como sol, porque para cada um de nós, nasceu um sol em nossas vidas. Para uns brilham mais, para outros nem tanto assim. No entanto vale a pena ver o sol que com seus raios lindos e maravilhosos, trazendo amor,harmonia e paz para o coração triste e sem vida.

O sol com certeza brilhará mais um dia amanhã e se Deus assim quiser, tudo de bom, tudo de melhor acontecerá, basta acreditar, que o Sol da Justiça brilhará. Jesus Cristo é o Sol da Justiça. Felicidades e muita luz do sol em nossas vidas.