Assim sou EU....

A menina de olhos castanhos, do cabelo comprido, do sorriso sincero, da risada esquisita, dos sonhos impossíveis, da esperança interminável, de insegurança constante, dos amigos perfeitos, do coração enorme.
Aquela que se apaixona, que se esquece dos erros, que se envergonha de tudo, que se sente sozinha, e que nunca desiste. A menina que precisa ser protegida, que chora por tudo, que morre de medo, que ama a vida, que se desespera, que aproveita cada segundo, que é romântica, que fica feliz com um abraço, que sonha demais, que pensa demais, que complica demais e que deseja apenas ser feliz!

terça-feira, 26 de outubro de 2010


O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. O Direito não é uma simples idéia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança.

Aprendendo com os mais sábios

Olhe o mundo ao seu redor, veja o trabalho que foi feito, escute o que os mais velhos procuram ensinar, e use tudo isso como se fosse sua herança. Porque a verdade está diante dos seus olhos, e qualquer coisa – um homem, um rio, uma planta – pode ser seu mestre. Veja como a água flui livremente através das rochas, e procure ser como ela. A cada manhã, vista-se com as roupas do céu e da terra, lave-se com a energia do amor, e deixe-se abrigar pelo coração da Mãe Natureza.

Se pudesse recomeçar...

O poema abaixo fez grande sucesso há dez anos. No início, atribuiu-se sua autoria a Jorge Luis Borges; logo depois, apareceram vários críticos afirmando que não se tratava de um texto do escritor argentino. Até hoje, não se sabe direito quem escreveu (a versão que eu tenho, fala de um tal “Irmão Jeremiah”):

“Se eu pudesse recomeçar minha vida, tentaria cometer muito mais erros”.
“Ia relaxar. Dizer bobagens. Tentar mostrar-me mais louco. Levar as coisas menos a sério”.
“Escalaria montanhas, nadaria rios que não conheço, dedicaria mais tempo a olhar o pôr-do-sol. Procuraria andar e olhar mais as coisas que me cercam, ia me entupir de sorvetes e fazer menos dieta. Só daria importância aos meus problemas reais, e me esqueceria dos imaginários”.
“Eu sempre fui aquele tipo de gente que prestava atenção nos sinais, e cuidava da saúde hora após hora, dia após dia. Saía de casa com um guarda-chuva, não viajava sem termômetro, aspirina, casaco, bloco de notas”.
“Se eu pudesse recomeçar minha vida, faria coisas que meus netos comentariam – rindo – com seus colegas de escola”.
“Então, eu lhes daria assunto e alegria, ao invés de procurar inspirar respeito”.
“Se eu pudesse recomeçar minha vida, tentaria cometer muito mais erros”.
                                                                                                                Paulo Coelho

Reflexão....

“Sabemos que nem toda ação audaciosa corresponde a uma conduta corajosa. Há ações que são fruto de atitudes reprováveis. Como podemos distinguir o que é imprudência do que é a coragem?”.
“Aristóteles nos dá uma definição muito apropriada dessa distinção:” O bravo é corajoso. O temerário deseja apenas parecer corajoso ““.
“E Torelló escreve:” O homem intrépido e forte expõe-se consciente e livremente ao perigo, e até ao perigo da morte, mas sempre a serviço de valores superiores; terá que ser razoável se quiser ser forte. A estupidez nunca é uma virtude.
“Todos sentimos medo da dor, do fracasso, da crítica maldosa, da doença, da morte, mas todos nós soubemos defender, alguma vez, nossos pais ou nossos direitos. Não há, pois, ninguém que possua a coragem em estado puro. Não se encontra a coragem na palma da mão: está escondida nos mais profundos recantos do coração, como uma mina oculta que deve ser descoberta e explorada”.
Um homem valente é aquele em quem a coragem acaba por prevalecer sobre o medo.

A Lição da Borboleta


A leitora Sonaira D’Avila me envia a seguinte história:

Um homem estava observando, horas a fio, uma borboleta esforçando-se para sair do casulo. Ela conseguiu fazer um pequeno buraco, mas seu corpo era grande demais para passar por ali. Depois de muito tempo, ela pareceu ter perdido as forças, e ficou imóvel.
O homem, então, decidiu ajudar a borboleta; com uma tesoura, abriu o restante do casulo, e libertando-a imediatamente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, esperando que, a qualquer momento, suas asas se abrissem e ela levantasse vôo. Mas nada disso aconteceu; na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas, incapaz de voar.
O que o homem – em sua gentileza e vontade de ajudar – não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura foi o modo escolhido pela natureza para exercitá-la e fortalecer suas asas.
Algumas vezes, um esforço extra é justamente o que nos prepara para o próximo obstáculo a ser enfrentado. Quem se recusa a fazer este esforço, ou quem tem uma ajuda errada, termina sem condições de vencer a batalha seguinte, e jamais consegue voar até o seu destino.

Refletindo sobre o aprendizado

O rabino Elisha Ben Abuyah costumava dizer:
“Aqueles que estão abertos às lições da vida, e que não se alimentam de preconceitos, são como uma folha em branco, onde Deus escreve suas palavras com a tinta divina”.
“Aqueles que estão sempre olhando o mundo com cinismo e preconceito, são como uma folha já escrita, onde não cabem novas palavras”.
“Não se preocupe com o que já sabe, ou com o que ignora. Não pense no passado nem no futuro, apenas deixe que as mãos divinas tracem, a cada dia, as surpresas do presente”.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010




Querido Mestre,
Trago-te um recado de muita gente.
Houve gente que praticou uma boa ação,
Manda dizer-te que foi porque
Teu exemplo convenceu.
Houve alguém que venceu na vida,
E manda dizer-te que foi porque
Tuas lições permaneceram
E houve mais alguém que superou a dor,
E manda dizer-te que foi a lembrança
De tua coragem que ajudou.
Por isso que és importante...
O teu trabalho é o mais nobre,
De ti nasce a razão e o progresso.
A união e a harmonia de um povo!
E agora... Sorria!!
Esqueça o cansaço e a preocupação,
Porque há muita gente pedindo a Deus
Para que você seja muito Feliz!!!
Parabéns pelo seu dia!!!

Círio Outra Vez

Padre Fábio de Melo

Quando a vida faz nascer o mês de outubro
Eu descubro uma graça bem maior
Que me faz voltar no tempo e ser menino
E ao som do sino ver a vida amanhecer

Ver o povo em procissão tomando as ruas
Anunciando que é Círio outra vez
Que a Rainha da Amazônia vem chegando
Vem navegando pelas ruas de Bélem

Corda que avança o corpo cansa
Só pra alma descansar
É o meu olhar chorando ao ver o teu olhar em mim
Tão pequenina na Berlinda segues a recolher
Flores e amores que o teu povo quer te dar

Ó Virgem Santa, teu povo canta
Senhora de Nazaré!
Tu és Rainha e tens no manto as cores do açaí
Soberana e tão humana tão mulher
Tão mãe de Deus
Nossa raça, nosso sangue
Descendência que acolheu
O mistério encarnado continuas revelando
E por isso hoje é Círio outra vez.

O Círio de Nazaré: a maior procissão católica do mundo



O Círio de Nazaré:
É quando é realizada a procissão que leva a imagem da Nossa Senhora de Nazaré da Catedral da Sé até a Basílica de Nazaré. A procissão geralmente atrai entre dois e três milhões de pessoas às ruas de Belém, tornando o Círio a manifestação religiosa brasileira que reúne mais fiéis em um único dia.
São moradores da cidade e peregrinos que se misturam para pagar e fazer promessas à Virgem ou simplesmente conhecer essa demonstração de fé e cultura popular. De acordo com a Companhia de Turismo do Pará, o número de turistas aumenta ano após ano. Nos últimos seis anos, o número dos que participam do Círio aumentou em 10%, chegando a quase 70 mil fieis ano passado. Um dos momentos mais aguardados por essa multidão é o da romaria fluvial, quando cerca de 700 barcos atravessam 10 milhas da Baía de Guajará seguindo a imagem da santa.
Outro símbolo marcante é a corda que puxa a berlinda com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré no cortejo de domingo. Em 1885, as enchentes que atingiram o mercado Ver-o-Peso, situado às margens da Baía do Guajará fizeram com que romeiros utilizassem uma corda para puxar a berlinda que conduzia a imagem. Daí em diante, a corda incorporou-se de tal forma ao Círio e poder segurá-la passou a ser uma das coisas mais desejadas pelos romeiros na procissão.
Veja outros aspectos influenciados pelo Círio:
Cultura – O Círio agrega o sagrado e o profano, o erudito e o popular. Em 2004, foi oficializado como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Além da festa religiosa, existem diversas manifestações que ocorrem dentro do período nazareno como o Arrastão do Grupo Arraial do Pavulagem, que percorre as ruas do centro levando uma multidão na levada do boi, a Festa GLS Chiquita e o Auto do Círio. Este ano, o Círio também conta com a reinauguração da Catedral Metropolitana de Belém (Catedral da Sé), que ocorreu no dia primeiro de outubro, depois de mais de três anos de obras de restauro.

Culinária - Outro atrativo oferecido aos turistas é a culinária. Durante o Círio, não faltam maniçoba, pato no tucupi e arroz paraense (feito com camarão, jambu e tucupi), pratos típicos do estado. O vatapá também é outra opção. E as sobremesas variam desde o tradicional açaí até as feitas com frutas regionais, como os sorvetes de cupuaçu e de açaí, tortas de cupuaçu, bacuri e taperebá. O famoso tacacá é outra opção para o lanche da tarde e da noite

Economia - Uma pesquisa do Dieese (PA) mostra que o Círio movimenta cerca de R$ 700 milhões na economia paraense e recebe cerca de 70 mil turistas, que se somam aos quase três milhões de paraenses que acompanham a procissão de domingo, além de gerar milhares de empregos diretos e indiretos. É com certeza, o período onde o turismo cultural e religioso se mostra mais intenso. O Círio de Nazaré é a segunda data comemorativa em vendas no Pará, só perde para o Natal. Quase 80 % dos paraenses têm nele sua maior festa. O número de empregos informais aumenta em 30% durante o período que antecede a festa.

Turistas - A maior parte dos turistas que vêm para o Círio é de brasileiros. Uma pesquisa feita em 2008 mostrou que a maioria vem do Maranhão (17,9%), seguido por São Paulo (15,3%), Ceará (15,3%), Rio de Janeiro (14,9%) e Amazonas (12,8%). Mas os estrangeiros também representam um número significativo. Em 2006, a presença de estrangeiros foi estimada em quase 4.500.
Tradição: O Círio de Nazaré é considerado o natal dos paraenses e é cheio de símbolos.
Todos os anos, a padroeira dos paraenses é coberta com um manto novo. Presente dos devotos. E é na corda, outro símbolo da festa, que muitos promesseiros agradecem.
A palavra "círio" tem origem no latim "cereus", que significa "vela grande". A solenidade era realizada à noite, por isso, a utilização de velas era necessária. Em 1854, a marcha religiosa passou a ser realizada no período da manhã.